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Marcelo Álvaro Antônio é o 14º ministro a deixar governo Bolsonaro

Bydestacarme@gmail.com

Dez 9, 2020

Demitido nesta quarta-feira (9), o ministro do Turismo,
Marcelo Álvaro Antônio, é a 14ª baixa ministerial do governo do presidente Jair
Bolsonaro em menos de dois anos. Relembre as demais exonerações nas próximas
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Nomeado para o Ministério da Educação, o professor Carlos Decotelli entregou carta de demissão e passou a ser a terceira mudança de comando apenas na Educação

Antes de Decotelli, Abraham Weintraub deixou o Ministério da Educação após desgastes por conta de declarações polêmicas. A exoneração foi anunciada no dia 18 de junho

No dia 15 de maio, o então ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão após permanecer por menos de um mês no cargo. A saída foi a segunda na pasta em meio à pandemia do novo coronavírus e ocorreu por divergências entre Teich e Bolsonaro

Após não concordar com a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, o ex-juiz federal Sergio Moro foi deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública e se tornou a nona mudança no ministério montado pelo presidente Jair Bolsonaro

Com a demissão de Moro, o então advogado-geral da União, André Mendonça, aceitou o convite para assumir a Justiça, deixando a AGU (Advocacia-Geral da União) sob o comando do procurador-geral da Fazenda Nacional, José Levi Mello do Amaral Júnior

Dias antes de Moro deixar o governo, Luiz Henrique Mandetta foi demitido do Ministério da Saúde, em 16 de abril. após discordar da posição apresentada pelo presidente presidente Jair Bolsonaro a respeito do isolamento social no combate à pandemia do novo coronavírus

Em outubro do ano passado, o então ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi transferido para o Ministério da Cidadania, que era comandado por Osmar Terra (foto), que foi exonerado do cargo. Para a Casa Civil, foi nomeado o general Walter Souza Braga Netto

O engenheiro Gustavo Canuto foi exonerado do comando do Ministério do Desenvolvimento Regional em fevereiro deste ano. Ele deu lugar ao secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho

Em junho de 2019, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz deixou a Secretaria de Governo da Presidência da República e foi o primeiro militar a deixar um ministério no governo Bolsonaro.  

O colombiano Ricardo Vélez Rodriguez se desgastou no cargo ao enviar às escolas um e-mail em que pedia que os estabelecimentos de ensino mandassem ao ministério vídeos de alunos cantando o Hino Nacional

A primeira troca de ministro ocorreu 48 dias após o início do governo, com a queda de um dos homens de confiança do presidente, o coordenador da campanha eleitoral de 2018, Gustavo Bebianno, que foi demitido após ter um desentendimento com o filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro. Floriano Peixoto, que assumiu a vaga de Bebianno deixou o posto em junho de 2019

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